Unidade 19 (23/11)
No início, conversamos sobre a elaboração do projeto, pois as professoras tinham algumas dúvidas e também sobre como os alunos estão reagindo com as atividades.
Sobre a unid. 19, fizemos o que foi proposto na sessão coletiva do caderno do formador sobre números primos, vimos sobre o Crivo de Eratósthenes e uma das professoras cursistas, falou que trabalha com os alunos o crivo no boleto da loto mania. Consideraram alguns dados citados na oficina (caderno do formador) sobre números primos, como interessantes, pois não sabiam até então.
Após fomos realizar algumas atividades propostas no TP, como a da pág. 93. Dei a elas caixas de leite condensado e creme de leite vazias e limpas para que inventassem uma embalagem para guardar alimentos em freezer ou geladeira, calculassem o volume em seguida e após planificassem as caixas e calculassem novamente o volume obtido. Fizemos esta atividade como no encontro lá em Porto Alegre.
Mostrei o software Winplot e inclusive dei em CD para elas. Testamos algumas equações no programa. Elas acharam bem interessante. E em seguida discutimos sobre o uso de novas tecnologias na sala de aula.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Relatório da 12ª Oficina
Unidade 17 (09/11)
Nesta sessão coletiva também foi socializado o que os professores desenvolveram com os alunos referente ao que foi proposto na unid. 16.
Foi muito interessante o que uma professora cursista desenvolveu numa turma de alunos de EJA, totalidade 6, que foi a atividade 16, da Transposição Didática, pág. 202, do TP 4. Os alunos utilizaram grãos de arroz para colar, montar um painel, preenchendo os quadrados, para a demonstração do Teorema de Pitágoras e segundo a professora eles colaram de maneira tão perfeita que a soma do quadrado dos dois quadrados menores foi igual ao quadrado, do quadrado maior. Os estudantes envolveram-se bastante e gostaram da atividade.
Após fizemos as atividades propostas para a oficina, bem como a atividade 8 do TP 4, unid. 17. E em seguida conversamos sobre o Texto de Referência e sobre tipos de atividade que poderiam sugerir para os alunos, referente ao que foi proposto nesta unidade e na próxima referindo-se a probabilidade.
Nesta sessão coletiva também foi socializado o que os professores desenvolveram com os alunos referente ao que foi proposto na unid. 16.
Foi muito interessante o que uma professora cursista desenvolveu numa turma de alunos de EJA, totalidade 6, que foi a atividade 16, da Transposição Didática, pág. 202, do TP 4. Os alunos utilizaram grãos de arroz para colar, montar um painel, preenchendo os quadrados, para a demonstração do Teorema de Pitágoras e segundo a professora eles colaram de maneira tão perfeita que a soma do quadrado dos dois quadrados menores foi igual ao quadrado, do quadrado maior. Os estudantes envolveram-se bastante e gostaram da atividade.
Após fizemos as atividades propostas para a oficina, bem como a atividade 8 do TP 4, unid. 17. E em seguida conversamos sobre o Texto de Referência e sobre tipos de atividade que poderiam sugerir para os alunos, referente ao que foi proposto nesta unidade e na próxima referindo-se a probabilidade.
Relatório da 11ª oficina
Unidade 15 (19/10)
Nesta oficina o objetivo maior era que socializássemos o que foi realizado com os alunos, experiências em sala de aula, principalmente relacionado as situações problemas que os professores escolheram para trabalhar, referente a unid. 14.
Uma das professoras cursistas relatou-me que escolheu a 2ª situação-problema (caderno do formador, pág. 62) e propôs o trabalho para uma turma de 1º ano do Ensino Médio, a qual ela já havia trabalhado com eles, notação científica, a fórmula da velocidade, etc. Ela estava bem entusiasmada, achando que eles iriam senti-se desafiados e iriam gostar da proposta. Mas, eles não corresponderam a expectativa dela: nenhum dos grupos de alunos conseguiu resolver o problema. Ela utilizou três aulas (duas para eles trabalharem e uma para a correção), mas eles não demonstraram interesse e nem envolvimento. Então a professora resolveu a atividade com eles no quadro, então depois eles acharam que era fácil a resolução. Segundo palavras da professora , eles têm preguiça de pensar e é isso que nós observamos não só nesta turma mas que acontece com os estudantes no geral.
A outra professora, trabalha na zona rural e desenvolveu com seus alunos da 8ª série uma atividade que aplicasse o Teorema de tales. Na escola há uma caixa d’água próximo a escola a uma determinada altura do chão sobre um suporte de concreto e próximo a ela, por coincidência, há também um poste, então mediram a altura desse poste bem como a projeção de sua sombra e também a sombra projetada pela caixa d’água. Aí aplicando o Teorema de Tales, encontraram a altura da caixa d’água. Após um aluno subiu numa escada e mediu a altura da caixa d’água e esta conferiu com a resposta encontrada, comprovando na prática o Teorema. Eles gostaram muito desta atividade, demonstraram muito entusiasmo, assim como a professora.
Após socializarmos essas experiências fizemos algumas atividades do TP.
Nesta oficina o objetivo maior era que socializássemos o que foi realizado com os alunos, experiências em sala de aula, principalmente relacionado as situações problemas que os professores escolheram para trabalhar, referente a unid. 14.
Uma das professoras cursistas relatou-me que escolheu a 2ª situação-problema (caderno do formador, pág. 62) e propôs o trabalho para uma turma de 1º ano do Ensino Médio, a qual ela já havia trabalhado com eles, notação científica, a fórmula da velocidade, etc. Ela estava bem entusiasmada, achando que eles iriam senti-se desafiados e iriam gostar da proposta. Mas, eles não corresponderam a expectativa dela: nenhum dos grupos de alunos conseguiu resolver o problema. Ela utilizou três aulas (duas para eles trabalharem e uma para a correção), mas eles não demonstraram interesse e nem envolvimento. Então a professora resolveu a atividade com eles no quadro, então depois eles acharam que era fácil a resolução. Segundo palavras da professora , eles têm preguiça de pensar e é isso que nós observamos não só nesta turma mas que acontece com os estudantes no geral.
A outra professora, trabalha na zona rural e desenvolveu com seus alunos da 8ª série uma atividade que aplicasse o Teorema de tales. Na escola há uma caixa d’água próximo a escola a uma determinada altura do chão sobre um suporte de concreto e próximo a ela, por coincidência, há também um poste, então mediram a altura desse poste bem como a projeção de sua sombra e também a sombra projetada pela caixa d’água. Aí aplicando o Teorema de Tales, encontraram a altura da caixa d’água. Após um aluno subiu numa escada e mediu a altura da caixa d’água e esta conferiu com a resposta encontrada, comprovando na prática o Teorema. Eles gostaram muito desta atividade, demonstraram muito entusiasmo, assim como a professora.
Após socializarmos essas experiências fizemos algumas atividades do TP.
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Relatório da 10ª Oficina
Unidade 13 (09/10)
Primeiramente fomos ler a teoria da pág. 28 do TP que falava sobre algarismos duvidosos e significativos, entreguei a elas um material que pesquisei na internet e uma das prof. cursistas nos contou como ela explica aos seus alunos sobre este assunto. Aí fizemos a ativ. 6 do TP.
Pelo caderno do formador, pág. 54, parte A, pedia que socializássemos a ativ. 14 proposta na seção 3, da Unid. 12 do TP 3, aí uma colega nos falou e mostrou o que havia feito com os alunos. De início ela disse que questionou os alunos sobre interesses de cursos, o que gostariam de estudar no futuro, relatou que por ser alunos da zona rural, a maioria se sente incapaz de mudarem sua história e que sentem-se deslocados das oportunidades dos grandes centros. Após contou a história proposta nesta atividade e que fez com eles, mas que é necessário usar uma calculadora científica, pois não cabem todos os números nessas calculadoras comuns e, que pelo gráfico construído com os alunos percebe-se que a partir do 25º dia os valores crescem rapidamente (o gráfico explode, foi o termo que a prof. usou).
Uma outra cursista falou que tentará trabalhar com os alunos dela por notação científica e, as duas cursistas propuseram que além de usar a calculadora, melhorariam a escala do gráfico para trabalhar com seus alunos de 6ª série.
Aí fizeram as atividades 6 e 7 da oficina coletiva. Concluíram que vale a pena esperar para adquirir o eletrodoméstico.
Em seguida, lemos e discutimos o texto de referência e, fomos conversar sobre como desenvolveriam as transposições didáticas dessas duas unidades (13 e 14) com seus alunos, trabalhando de maneira interdisciplinar com outros professores e mostrei a elas o slide da base 10 e o entreguei num CD juntamente com a música do Raul Seixas para trabalharem com os alunos.
Primeiramente fomos ler a teoria da pág. 28 do TP que falava sobre algarismos duvidosos e significativos, entreguei a elas um material que pesquisei na internet e uma das prof. cursistas nos contou como ela explica aos seus alunos sobre este assunto. Aí fizemos a ativ. 6 do TP.
Pelo caderno do formador, pág. 54, parte A, pedia que socializássemos a ativ. 14 proposta na seção 3, da Unid. 12 do TP 3, aí uma colega nos falou e mostrou o que havia feito com os alunos. De início ela disse que questionou os alunos sobre interesses de cursos, o que gostariam de estudar no futuro, relatou que por ser alunos da zona rural, a maioria se sente incapaz de mudarem sua história e que sentem-se deslocados das oportunidades dos grandes centros. Após contou a história proposta nesta atividade e que fez com eles, mas que é necessário usar uma calculadora científica, pois não cabem todos os números nessas calculadoras comuns e, que pelo gráfico construído com os alunos percebe-se que a partir do 25º dia os valores crescem rapidamente (o gráfico explode, foi o termo que a prof. usou).
Uma outra cursista falou que tentará trabalhar com os alunos dela por notação científica e, as duas cursistas propuseram que além de usar a calculadora, melhorariam a escala do gráfico para trabalhar com seus alunos de 6ª série.
Aí fizeram as atividades 6 e 7 da oficina coletiva. Concluíram que vale a pena esperar para adquirir o eletrodoméstico.
Em seguida, lemos e discutimos o texto de referência e, fomos conversar sobre como desenvolveriam as transposições didáticas dessas duas unidades (13 e 14) com seus alunos, trabalhando de maneira interdisciplinar com outros professores e mostrei a elas o slide da base 10 e o entreguei num CD juntamente com a música do Raul Seixas para trabalharem com os alunos.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Cronograma do Gestar em Bom Jesus
22/05 - Abertura do Gestar em Nosso Município
TP 1
28/05 - 1ª Oficina - Unid. 1
05/06 - 2ª Oficina - Unid. 1
19/06 - 3ª Oficina - Unid. 3
TP 2
03/07 - 4ª Oficina - Unid. 5
10/07 - 5ª oficina - Unid. 5
TP 3
24/07 - 6ª Oficina - Unid. 11
TP 2
21/08 - 7ª Oficina - Unid. 7
24/08 - 8ª Oficina - Unid. 7
TP 3
14/09 - 9ª Oficina - Unid. 9
Avaliação (05/10)
TP 4
09/10 - 10ª Oficina - Unid. 13
19/10 - 11ª Oficina - Unid. 15
TP 5
09/11 - 12ª Oficina - Unid. 17
23/11 - 13ª Oficina - Unid. 19
TP 6
07/12 - 14ª Oficina - Unid. 21
14/12 - 15ª oficina - Unid. 23
Avaliação (21/12)
TP 1
28/05 - 1ª Oficina - Unid. 1
05/06 - 2ª Oficina - Unid. 1
19/06 - 3ª Oficina - Unid. 3
TP 2
03/07 - 4ª Oficina - Unid. 5
10/07 - 5ª oficina - Unid. 5
TP 3
24/07 - 6ª Oficina - Unid. 11
TP 2
21/08 - 7ª Oficina - Unid. 7
24/08 - 8ª Oficina - Unid. 7
TP 3
14/09 - 9ª Oficina - Unid. 9
Avaliação (05/10)
TP 4
09/10 - 10ª Oficina - Unid. 13
19/10 - 11ª Oficina - Unid. 15
TP 5
09/11 - 12ª Oficina - Unid. 17
23/11 - 13ª Oficina - Unid. 19
TP 6
07/12 - 14ª Oficina - Unid. 21
14/12 - 15ª oficina - Unid. 23
Avaliação (21/12)
Relatório do 11º Encontro
Fizemos este encontro para discutirmos sobre o programa, como tem sido desenvolvido, o que os professores pensam sobre ele, enfim um momento para dividirmos, socializarmos tudo o que está sendo proposto.
Transmiti as minhas cursistas o que fizemos no encontro de Porto Alegre, elas queriam saber se a maneira como estavam trabalhando estava certa, e outros questionamentos também surgiram. Conversamos sobre o projeto que elas deverão elaborar e aplicar.
Também fizeram considerações sobre os TPs, que contém alguns erros...
Elas falaram como os alunos reagem a essa maneira de trabalhar, ainda que a partir de agora não vão deixar para a “última hora” para desenvolver com os alunos as atividades e que irão dedicar-se mais nas atividades dos TPs.
Mostrei a elas alguns dos trabalhos de colegas de outros estados (material que a prof. Edilene nos passou).
Após solicitei que elaborassem um parecer sobre o que elas estão achando deste curso de formação, suas perspectivas em relação a ele.
Este encontro ocorreu em 05/10.
Transmiti as minhas cursistas o que fizemos no encontro de Porto Alegre, elas queriam saber se a maneira como estavam trabalhando estava certa, e outros questionamentos também surgiram. Conversamos sobre o projeto que elas deverão elaborar e aplicar.
Também fizeram considerações sobre os TPs, que contém alguns erros...
Elas falaram como os alunos reagem a essa maneira de trabalhar, ainda que a partir de agora não vão deixar para a “última hora” para desenvolver com os alunos as atividades e que irão dedicar-se mais nas atividades dos TPs.
Mostrei a elas alguns dos trabalhos de colegas de outros estados (material que a prof. Edilene nos passou).
Após solicitei que elaborassem um parecer sobre o que elas estão achando deste curso de formação, suas perspectivas em relação a ele.
Este encontro ocorreu em 05/10.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Relatório da 9ª Oficina
Unidade 9 (14/09)
Inicialmente fizemos algumas atividades do TP como sugeria na sessão coletiva 5, onde os professores puderam identificar as figuras que são ou não poliedros. Assim como, na atividade em que deveriam reconhecer prismas. Aí , atividade 4, foi considerado que o paralelepípedo tem característica de prisma porque tem base retangular.
Quanto a forma de piscina pensada, foi semelhante a da letra b (solução das atividades – pág. 68) com rampa inclinada, e aí foi dito que não é análoga a forma de um prisma, pois não tem a mesma forma de um, e que também não é análoga a de uma superfície curva. Pensando nesta piscina tampada, consegue-se decompô-la em poliedro e haveria prisma, porque forma hexágono.
A seguir, foram construídos alguns poliedros, diferentes dos usuais, como sugerido, e também foram criados prismas.
Sobre os questionamentos da sessão coletiva, caderno do formador, elas concordaram que a figura construída satisfaz as condições para ser prisma dadas na atividade 3, do TP; que as formas das faces laterais terão forma de paralelogramo. Estando esta figura deformada, ainda assim satisfaz aquelas condições, o que vai diferir é a altura. Mas não será um prisma reto e sim oblíquo. Girando uma das bases, sem tira-la do plano onde está, ficando os canudos torcidos, se preencher as faces, a figura não será um prisma e sim um poliedro.
Em relação ao questionamento sobre o que se pode dizer sobre as faces de um poliedro qualquer, elas tem que ser retas e paralelas. Na elaboração do esboço da maquete, elas acharam que foi trabalhosa, principalmente na parte profunda, pois preferiram uma piscina com rampa inclinada.
E o que foi falado sobre poliedros é que são figuras que tem beleza, que fazem parte no nosso cotidiano, mas que passam despercebidas. Se temos o conhecimento, podemos identificá-las em várias lugares.
Trabalhamos essa unidade no dia 14/09.
Obs.: Esta oficina estava programada para o dia 05/09, mas uma professora cursista ficou doente, aí devido ao fato de sermos somente três professoras, adiamos o encontro.
Inicialmente fizemos algumas atividades do TP como sugeria na sessão coletiva 5, onde os professores puderam identificar as figuras que são ou não poliedros. Assim como, na atividade em que deveriam reconhecer prismas. Aí , atividade 4, foi considerado que o paralelepípedo tem característica de prisma porque tem base retangular.
Quanto a forma de piscina pensada, foi semelhante a da letra b (solução das atividades – pág. 68) com rampa inclinada, e aí foi dito que não é análoga a forma de um prisma, pois não tem a mesma forma de um, e que também não é análoga a de uma superfície curva. Pensando nesta piscina tampada, consegue-se decompô-la em poliedro e haveria prisma, porque forma hexágono.
A seguir, foram construídos alguns poliedros, diferentes dos usuais, como sugerido, e também foram criados prismas.
Sobre os questionamentos da sessão coletiva, caderno do formador, elas concordaram que a figura construída satisfaz as condições para ser prisma dadas na atividade 3, do TP; que as formas das faces laterais terão forma de paralelogramo. Estando esta figura deformada, ainda assim satisfaz aquelas condições, o que vai diferir é a altura. Mas não será um prisma reto e sim oblíquo. Girando uma das bases, sem tira-la do plano onde está, ficando os canudos torcidos, se preencher as faces, a figura não será um prisma e sim um poliedro.
Em relação ao questionamento sobre o que se pode dizer sobre as faces de um poliedro qualquer, elas tem que ser retas e paralelas. Na elaboração do esboço da maquete, elas acharam que foi trabalhosa, principalmente na parte profunda, pois preferiram uma piscina com rampa inclinada.
E o que foi falado sobre poliedros é que são figuras que tem beleza, que fazem parte no nosso cotidiano, mas que passam despercebidas. Se temos o conhecimento, podemos identificá-las em várias lugares.
Trabalhamos essa unidade no dia 14/09.
Obs.: Esta oficina estava programada para o dia 05/09, mas uma professora cursista ficou doente, aí devido ao fato de sermos somente três professoras, adiamos o encontro.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Relatório das 7ª e 8ª Oficinas
Unidade 7 (21/08 e 24/08)
Inicialmente conversamos sobre como tem sido desenvolvidas as atividades com os alunos, pois devido a prorrogação das férias por ocasião da gripe A H1N1, atrasou o andamento dos trabalhos.
Esta unidade fizemos em duas oficinas, minha colega e eu, pois fomos desenvolver todos os experimentos e fazer algumas atividades do TP, aí prolongou-se mais do que esperávamos.
Fizemos a análise do gráfico sobre Vítimas de acidentes de trânsito distribuídas por faixa etária (gráfico 1) e em seguida trabalhamos com o gráfico 2.
Sobre a questão “c”, pág 34 do caderno do formador, consideramos que se aumentar a população o percentual de vítimas continua sendo o mesmo, o que muda é o número de vítimas; na questão “d”, a faixa etária que tem maior risco de acidentes seria as pessoas que tem entre 25 a 34 anos e, os de menor risco seria entre 5 a 14 anos; na “e”, entendemos que no gráfico foi mostrado que foi feito a razão entre percentuais diferentes, pois no eixo x consta a faixa etária e no y, a porcentagem.
Na parte B, fizemos os experimentos com as moedas e em seguida a análise, ou seja, comparamos as tabelas. Após trabalhamos com a discussão coletiva.
Em relação a atividade 3, utilizamos pequenos cones e “botões” (peças de um jogo infantil) para fazer o experimento: 12 cones (5 vermelhos e 7 brancos). Fizemos 12 jogadas (v,b,b,v,b,b,v,b,v,b,v,b) _ em quatro jogadas, a média foi de 50%, em 7 jogadas (6b e 4v – 4 de 10 são 40%), concluímos que se 5 é 40% de 12, a média se mantém.
Quanto ao experimento da letra b, (11 bolinhas azuis e 9 vermelhas) então a probabilidade é de 55%. Fizemos (a,a,a,a,v,a,a,a,v,a,v,a,v,a,v,v,v,v,v,a) mas não encontramos muita lógica, como percebemos no primeiro experimento.
A atividade 4 foi feita também, montamos a tabela e completamos no gráfico. Assim, quanto mais lançamentos forem feitos maior será a frequência acumulada.
Foi realizado na parte C, atividade 5, com duas roletas que confeccionei. Nas 100 jogadas que foram feitas, o jogador ganhou 36 vezes. Ele apostou 10x100=1000, ganhou 20x36=720 e perdeu 10x 64=640 (1000-640=360 dele + 720=1080, ganhou 720) Concluímos que ele chegou no cassino com R$1.000,00 e saiu com R$1.080,00. Então ganhou somente R$ 80,00.
Consideramos que o apostador, em média, ele ganhou ou perdeu por jogada, R$10,80, que a probabilidade que ele tem de ganhar R$20,00 em uma jogada é de 32% e de perder é de 68%.
Finalmente na última atividade da oficina, atividade 6: quantas vezes será que precisaríamos, em média, lançar um dado para conseguirmos todos os números, de 1 a 6? Foi feito 5 repetições, deu 8, 10, 16, 14 e 18. Então 13 é o número de vezes que espera-se ter que lançar uma dado para obter todos os números.
Inicialmente conversamos sobre como tem sido desenvolvidas as atividades com os alunos, pois devido a prorrogação das férias por ocasião da gripe A H1N1, atrasou o andamento dos trabalhos.
Esta unidade fizemos em duas oficinas, minha colega e eu, pois fomos desenvolver todos os experimentos e fazer algumas atividades do TP, aí prolongou-se mais do que esperávamos.
Fizemos a análise do gráfico sobre Vítimas de acidentes de trânsito distribuídas por faixa etária (gráfico 1) e em seguida trabalhamos com o gráfico 2.
Sobre a questão “c”, pág 34 do caderno do formador, consideramos que se aumentar a população o percentual de vítimas continua sendo o mesmo, o que muda é o número de vítimas; na questão “d”, a faixa etária que tem maior risco de acidentes seria as pessoas que tem entre 25 a 34 anos e, os de menor risco seria entre 5 a 14 anos; na “e”, entendemos que no gráfico foi mostrado que foi feito a razão entre percentuais diferentes, pois no eixo x consta a faixa etária e no y, a porcentagem.
Na parte B, fizemos os experimentos com as moedas e em seguida a análise, ou seja, comparamos as tabelas. Após trabalhamos com a discussão coletiva.
Em relação a atividade 3, utilizamos pequenos cones e “botões” (peças de um jogo infantil) para fazer o experimento: 12 cones (5 vermelhos e 7 brancos). Fizemos 12 jogadas (v,b,b,v,b,b,v,b,v,b,v,b) _ em quatro jogadas, a média foi de 50%, em 7 jogadas (6b e 4v – 4 de 10 são 40%), concluímos que se 5 é 40% de 12, a média se mantém.
Quanto ao experimento da letra b, (11 bolinhas azuis e 9 vermelhas) então a probabilidade é de 55%. Fizemos (a,a,a,a,v,a,a,a,v,a,v,a,v,a,v,v,v,v,v,a) mas não encontramos muita lógica, como percebemos no primeiro experimento.
A atividade 4 foi feita também, montamos a tabela e completamos no gráfico. Assim, quanto mais lançamentos forem feitos maior será a frequência acumulada.
Foi realizado na parte C, atividade 5, com duas roletas que confeccionei. Nas 100 jogadas que foram feitas, o jogador ganhou 36 vezes. Ele apostou 10x100=1000, ganhou 20x36=720 e perdeu 10x 64=640 (1000-640=360 dele + 720=1080, ganhou 720) Concluímos que ele chegou no cassino com R$1.000,00 e saiu com R$1.080,00. Então ganhou somente R$ 80,00.
Consideramos que o apostador, em média, ele ganhou ou perdeu por jogada, R$10,80, que a probabilidade que ele tem de ganhar R$20,00 em uma jogada é de 32% e de perder é de 68%.
Finalmente na última atividade da oficina, atividade 6: quantas vezes será que precisaríamos, em média, lançar um dado para conseguirmos todos os números, de 1 a 6? Foi feito 5 repetições, deu 8, 10, 16, 14 e 18. Então 13 é o número de vezes que espera-se ter que lançar uma dado para obter todos os números.
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Relatório da 6ª Oficina
Unidade 11 - 24/07
Primeiramente, conversamos como estão realizando os trabalhos com os alunos, se eles tem demonstrando, interesse, se participam etc. Então leram o texto sobre Consciência Ecológica e Comportamento Ecológico. Aí fizeram as atividades de 1 a 6 do TP, págs. 147 e 148 e após fizemos as atividades propostas da sessão coletiva, pág. 50 do caderno do formador e pág. 239 do TP. Em seguida socializamos as respostas e conforme o que elas produziram, as tabelas e os gráficos que fizeram, reproduzirei no power point (slides) para levar no encontro em POA.
Primeiramente, conversamos como estão realizando os trabalhos com os alunos, se eles tem demonstrando, interesse, se participam etc. Então leram o texto sobre Consciência Ecológica e Comportamento Ecológico. Aí fizeram as atividades de 1 a 6 do TP, págs. 147 e 148 e após fizemos as atividades propostas da sessão coletiva, pág. 50 do caderno do formador e pág. 239 do TP. Em seguida socializamos as respostas e conforme o que elas produziram, as tabelas e os gráficos que fizeram, reproduzirei no power point (slides) para levar no encontro em POA.
terça-feira, 14 de julho de 2009
Relatório das 4ª e 5ª Oficinas
Unidade 5 (03/07 e 10/07)
Sobre a unid. 5, fizemos em duas oficinas. Primeiramente foi conversado sobre como estão desenvolvendo as atividades com os alunos. Conforme a situação problema apresentada, fizemos os cálculos sobre a primeira solução, separando o corpo em vários cilindros, utilizamos a fita métrica para fazer as medidas. Utilizamos para modelo uma prof. com massa de 70kg e altura de 1,60cm e a área da sua superfície corporal deu aproximada a apresentada pela tabela, ou seja, 1,67. Sobre a 2ª solução encontramos resposta semelhante mas não tão próxima. Quanto a 3ª solução as considerações dos professores foi de que não tem como, do volume chegar numa fórmula para calcular a superfície do corpo, mesmo que tirasse tudo (ossos, etc), deixasse oco, masmo assim seria o volume da pele.
Consideraram a 1ª solução como a mais viável.
Em relação as questões relativas a proporcionalidade, sugeriram como exemplos de grandezas:diretamente proporcional: produção e funcionários, produtos e ingredientes, deslocamento e velocidade, e, calor e dilatação.inversamente proporcional: velocidade e tempo, tempo e funcionários.não proporcional: área e volume, peso e altura.
Sobre fazer uma análise de proporcionalidade a partir das razões, representações gráficas e tabelas apresentadas no TP, consideraram que há maneiras mais fáceis, como por exemplo, (esta técnica uma professora utilizou com os alunos) calcular a velocidade deles caminhando lentamente, mais rápido, a medida que o tempo aumentava, depois comparando todos os grupos de alunos a uma distância de 5m, 10m quanto tempo gastou e ver a velocidade...
Na questão 3, sobre os pontos num plano cartesiano, quando ligado formam uma reta, significando que as grandezas são diretamente proporcionais. Mas pode ter proporção que não passa pela origem e que "toda curva é inversamente proporcional"? nem sempre, pois nesses gráficos demonstrativos de percentual de produção, por exemplo, aí não é...
Discutimos sobre situação-problema, apresentaram algumas mas preferiram fazer um mapa conceitual de uma situação bem simples( para ficar mais fácil a construção do mapa conceitual): Na compra de um eletrodoméstico, seria mais vantajoso pagar a vista ou em várias prestações?
Conversamos sobre algumas atividades do TP.
Vimos um pequeno vídeo sobre motivação.
No final fizeram aquele teste sobre o gosto pessoal de cada um por esporte, temperamento... Foi divertido.
Observação:
Os professores cursistas manifestaram desagrado sobre a maneira como é aplicado o gestar, ou seja, não deveria ser dessa maneira, pois eles têm que parar com o conteúdo que estão ensinando para poder aplicar o que é solicitado pelo curso. Concordam que é um material rico, mas que há esse problema.
Sobre a unid. 5, fizemos em duas oficinas. Primeiramente foi conversado sobre como estão desenvolvendo as atividades com os alunos. Conforme a situação problema apresentada, fizemos os cálculos sobre a primeira solução, separando o corpo em vários cilindros, utilizamos a fita métrica para fazer as medidas. Utilizamos para modelo uma prof. com massa de 70kg e altura de 1,60cm e a área da sua superfície corporal deu aproximada a apresentada pela tabela, ou seja, 1,67. Sobre a 2ª solução encontramos resposta semelhante mas não tão próxima. Quanto a 3ª solução as considerações dos professores foi de que não tem como, do volume chegar numa fórmula para calcular a superfície do corpo, mesmo que tirasse tudo (ossos, etc), deixasse oco, masmo assim seria o volume da pele.
Consideraram a 1ª solução como a mais viável.
Em relação as questões relativas a proporcionalidade, sugeriram como exemplos de grandezas:diretamente proporcional: produção e funcionários, produtos e ingredientes, deslocamento e velocidade, e, calor e dilatação.inversamente proporcional: velocidade e tempo, tempo e funcionários.não proporcional: área e volume, peso e altura.
Sobre fazer uma análise de proporcionalidade a partir das razões, representações gráficas e tabelas apresentadas no TP, consideraram que há maneiras mais fáceis, como por exemplo, (esta técnica uma professora utilizou com os alunos) calcular a velocidade deles caminhando lentamente, mais rápido, a medida que o tempo aumentava, depois comparando todos os grupos de alunos a uma distância de 5m, 10m quanto tempo gastou e ver a velocidade...
Na questão 3, sobre os pontos num plano cartesiano, quando ligado formam uma reta, significando que as grandezas são diretamente proporcionais. Mas pode ter proporção que não passa pela origem e que "toda curva é inversamente proporcional"? nem sempre, pois nesses gráficos demonstrativos de percentual de produção, por exemplo, aí não é...
Discutimos sobre situação-problema, apresentaram algumas mas preferiram fazer um mapa conceitual de uma situação bem simples( para ficar mais fácil a construção do mapa conceitual): Na compra de um eletrodoméstico, seria mais vantajoso pagar a vista ou em várias prestações?
Conversamos sobre algumas atividades do TP.
Vimos um pequeno vídeo sobre motivação.
No final fizeram aquele teste sobre o gosto pessoal de cada um por esporte, temperamento... Foi divertido.
Observação:
Os professores cursistas manifestaram desagrado sobre a maneira como é aplicado o gestar, ou seja, não deveria ser dessa maneira, pois eles têm que parar com o conteúdo que estão ensinando para poder aplicar o que é solicitado pelo curso. Concordam que é um material rico, mas que há esse problema.
Relatório da 3ª Oficina
Unidade 3 (19/06)
Primeiramente conversamos sobre o que as cursistas tinham realizado junto aos alunos, há uma prof. muito motivada e dedicada, prof. Evelaine, ela trabalhou com alunos de 5ª série de uma escola há 21 Km daqui da cidade, escola rural. Eram 20 alunos. Ela levou para a sala a balança, a fita métrica, construíram gráficos diferentes para meninos e meninas e ela elaborou um questionário para eles, onde escreviam suas preferências, planos para o futuro e incluía neste questionário o IMC deles. Considerei esta idéia muito boa. Disse que eles gostaram de fazer o trabalho. E para trabalhar a conscientização pela qualidade de vida, fizeram no refeitório da escola um suco natural: cenoura, crua, limões e açúcar. Trabalhou aí a proporcionalidade e agendou para a próxima semana palestra com a nutricionista... Trabalhou também potências de números decimais, pediu que criassem exercícios e resolvessem. Esta prof. estava muito feliz porque tem uma aluna muito dedicada que inventou 35 exercícios de nºs decimais com potência e um destes exercícios era: (5,55)elevado a 5ª potência.
A prof., a Mª da Graça trabalhou com alunos da 8ª série, estes também gostaram da atividade, mas ela não os mediu na sala de aula, pediu que já trouxessem os dados, construíram gráficos coloridos. Eles mostraram-se tão interessados que colocaram no mural da escola: "VOCÊ SABE O QUE É IMC?" Montaram mural com o resultado dos trabalhos, com as pesquisas sobre a alimentação, dieta saudável.
Sobre a Unid. 2, elas encontraram dificuldades em trabalhar a transposição didática, então sugeri pelo menos a ativ. 16. Aí no próximo encontro saberemos como foi.
Com relação a oficina, fizemos a atividade sobre o Imposto de Renda, foi demorado pois fiz com os mesmos valores que a senhora nos sugeriu na oficina em POA e confeccionamos o fractal. Neste demoramos, tivemos que fazer umas três vezes até acertar, mas foi um momento de descontração. Eu queria que elas tivesses visto o que foi aconteceu na nossa oficina (em POA), elas até concordaram, mas desde que se considerasse o inteiro, aí sim teríamos, 2/8 ,... Vimos que se tivesse mais uma parte, ele aproximaria de 0,33...; que se tivesse mais uma fração seria com denominador 256.
Aqui o pessoal não conhecia o fractal, aí a colega Evelaine, a qual eu já havia mostrado, contou que conversou com um prof. de Porto Alegre e este falou que existe até tese de doutorado sobre fractais. Assim sendo ela me contou que não passou "mico".
Primeiramente conversamos sobre o que as cursistas tinham realizado junto aos alunos, há uma prof. muito motivada e dedicada, prof. Evelaine, ela trabalhou com alunos de 5ª série de uma escola há 21 Km daqui da cidade, escola rural. Eram 20 alunos. Ela levou para a sala a balança, a fita métrica, construíram gráficos diferentes para meninos e meninas e ela elaborou um questionário para eles, onde escreviam suas preferências, planos para o futuro e incluía neste questionário o IMC deles. Considerei esta idéia muito boa. Disse que eles gostaram de fazer o trabalho. E para trabalhar a conscientização pela qualidade de vida, fizeram no refeitório da escola um suco natural: cenoura, crua, limões e açúcar. Trabalhou aí a proporcionalidade e agendou para a próxima semana palestra com a nutricionista... Trabalhou também potências de números decimais, pediu que criassem exercícios e resolvessem. Esta prof. estava muito feliz porque tem uma aluna muito dedicada que inventou 35 exercícios de nºs decimais com potência e um destes exercícios era: (5,55)elevado a 5ª potência.
A prof., a Mª da Graça trabalhou com alunos da 8ª série, estes também gostaram da atividade, mas ela não os mediu na sala de aula, pediu que já trouxessem os dados, construíram gráficos coloridos. Eles mostraram-se tão interessados que colocaram no mural da escola: "VOCÊ SABE O QUE É IMC?" Montaram mural com o resultado dos trabalhos, com as pesquisas sobre a alimentação, dieta saudável.
Sobre a Unid. 2, elas encontraram dificuldades em trabalhar a transposição didática, então sugeri pelo menos a ativ. 16. Aí no próximo encontro saberemos como foi.
Com relação a oficina, fizemos a atividade sobre o Imposto de Renda, foi demorado pois fiz com os mesmos valores que a senhora nos sugeriu na oficina em POA e confeccionamos o fractal. Neste demoramos, tivemos que fazer umas três vezes até acertar, mas foi um momento de descontração. Eu queria que elas tivesses visto o que foi aconteceu na nossa oficina (em POA), elas até concordaram, mas desde que se considerasse o inteiro, aí sim teríamos, 2/8 ,... Vimos que se tivesse mais uma parte, ele aproximaria de 0,33...; que se tivesse mais uma fração seria com denominador 256.
Aqui o pessoal não conhecia o fractal, aí a colega Evelaine, a qual eu já havia mostrado, contou que conversou com um prof. de Porto Alegre e este falou que existe até tese de doutorado sobre fractais. Assim sendo ela me contou que não passou "mico".
Relatório das 1ª e 2ª Oficinas
Unidade 1 (28/05 e 05/06)
Em relação a nossa primeira oficina, eram somente 7 (sete) professores, mas acho que 1 (um) vai desistir, porque achou que é muita coisa para fazer, e ainda ter que desenvolver com os alunos. Sendo que na abertura mais pessoas mostraram-se interessadas, mas quando perceberam que teriam que desenvolver com os alunos, três desistiram.
Em relação a nossa primeira oficina, eram somente 7 (sete) professores, mas acho que 1 (um) vai desistir, porque achou que é muita coisa para fazer, e ainda ter que desenvolver com os alunos. Sendo que na abertura mais pessoas mostraram-se interessadas, mas quando perceberam que teriam que desenvolver com os alunos, três desistiram.
Quanto àqueles que participaram, gostaram bastante da atividade sobre o cálculo do IMC. Num grupo deu como média um índice bem elevado, aí chegou atrasada uma colega que está super em forma, então para acompanhar o grupo ela teria que aumentar muito o peso, aí foi divertido e frustrante porque quando incluíram a colega no cálculo da média perceberam que teriam que perder e bastante peso. Foi divertido.
Em relação aos conteúdos, disseram que sobre os decimais, utilizariam 2 casas, com os alunos; Realizariam os cálculos manualmente e depois pediriam que eles conferissem a resposta com a calculadora; com a 5ª série, fariam uso da multiplicação, ao invés da potência.
Comentaram que como a idade de alunos da 5ª série varia muito, fariam uma média da idade deles para a construção de gráficos (conforme uma tabela que forneci para eles); outro grupo sugeriu que fizesse com os alunos, uma ficha com dados pessoais e a partir daí trabalhariam o IMC com eles.
Iriam propor um trabalho integrado com os professores de Ciências e Educação Física; trabalhariam porcentagem; promoveriam palestra com nutricionista e para finalizar fariam suco natural (cenoura, limão e açúcar), trabalhando aí também a proporção.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
segunda-feira, 29 de junho de 2009
terça-feira, 23 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
Assinar:
Postagens (Atom)





















































